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Guaratinguetá é um município brasileiro do estado de São Paulo, localizada na região do Vale do Paraíba e sede de microrregião. Conhecida na região pela tradição da comemoração do Carnaval, com desfile de escolas de samba e blocos canavalescos. Considerada a terceira cidade mais importante do Vale do Paraíba, é responsável pelo comércio do fundo do Vale; onde é apelidade de: Capital do Fundo do Vale. A área urbana de Guaratinguetá se conurbou com Aparecida, Potim, Lorena, Cachoeira Paulista e Roseira; a região tem um potencial para se tornar uma região Metropolitana, pois a população gira em torno de 600 mil habitantes na área conurbada. O nome da localidade derivou-se das palavras em tupi: gûyra (garça), tinga (branca) e etá (muitos), resultando em Gûyrating'etá (terra das garças brancas). Desde os primeiros tempos, Guaratinguetá era conhecida pelos índios da região pela abundância de garças, que viviam as margens do Rio Parahyba. Por lá passaram os primeiros homens brancos, no final do século XVI, em Bandeiras portuguesas atrás de riquezas escondidas além da Serra da Mantiqueira, nas terras que conhecidas hoje como Minas Gerais. Em 1628 inicia-se o povoamento da região, com a doação das terras a Jacques Felix e seus filhos, sendo elevado a Povoado em 13 de junho de 1630 com a construção de uma capela de pau-a-pique e coberta de sapê dedicada a Santo Antônio, fato registrado no primeiro livro-tombo da Matriz de Santo Antônio. Em 13 de Fevereiro de 1651, por intervenção do Capitão Domingos Luís Leme, foi elevada a vila de Santo Antônio de Guaratinguetá, devido à abertura da estrada principal. Por tradição, também é erguido o pelourinho. Durante o Século XVIII torna-se o principal ponto de abastecimento dos exploradores dos veios de ouro de Minas Gerais, vivendo do comércio à beira da estrada. Durante esse período, os viajantes estrangeiros que por lá passaram deixaram valorosos documentos a respeito de Guaratinguetá, tanto em livros quanto em pinturas. As poucas e estreitas ruas são preenchidas pelo povo nos domingos e feriados para os cultos religiosos. Entra na narrativa religiosa, quando em 1717, nas escuras águas do Rio Paraíba três pescadores encontram a imagem enegrecida de Nossa Senhora da Conceição, recebendo o título de Aparecida e de padroeira do Brasil. Em 1739 nasce Frei Antônio de Sant'Ana Galvão, primeiro brasileiro canonizado pelo Vaticano. Celebra-se, em 1745, a missa no Morro dos Coqueiros, a primeira com a bênção da Capela de Nossa Senhora Aparecida. Firma-se a Irmandade de São Benedito junto à capela de São Gonçalo, em 1757, iniciando a segunda maior Festa em Louvor a um Santo na cidade, conhecida, popularmente, como Cavalaria de São Gonçalo e São Benedito, que ocorre tradicionalmente no domingo de páscoa. Diogo Antônio Feijó, futuro padre e Regente do Império de Dom Pedro II, estudou em Guaratinguetá com o licenciado Manuel Gonçalves Franco entre os anos de 1795 e 1798. No Século XIX, Guaratinguetá atinge o apogeu do período cafeeiro, ao mesmo tempo em que sofria com o declínio dos engenhos de açúcar. Durante a “Trilha da Independência”, D. Pedro I pernoita na cidade, em 18 de Agosto de 1822. Impulsionada pelo desenvolvimento econômico, político e social promovido pela evolução cafeeira, a Vila eleva-se a categoria de Cidade em 1844, e de Comarca em 1852. O café vira moeda forte, alterando o cotidiano da cidade. Aumenta-se a mão-de-obra nos campos, ampliam-se as construções na cidade e os filhos dos fazendeiros são levados a estudarem na Corte ou na Europa. O comércio de mercadorias vindas em lombo de burro do porto de Paraty expande-se. Nasce em 7 de julho de 1848 Francisco de Paula Rodrigues Alves, futuro conselheiro do Império, deputado, presidente da província de São Paulo e por duas vezes eleito presidente da República. É inaugurado o jornal “O Mosaico”, o primeiro do Vale do Paraíba, em 1858. Em 1868 e em 1884 a Família Imperial esteve em Guaratinguetá. Em 1869 a Irmandade do Senhor dos Passos oferece uma Santa Casa para a cidade. O desenvolvimento vem a cavalo (de ferro) em 1877 com a construção da Estrada de Ferro que liga São Paulo ao Rio de Janeiro. Com a abolição da escravatura, abre-se espaço para os imigrantes que vêm para substituir a mão-de-obra escrava. O fim do século XIX é marcado pela inauguração do Teatro Carlos Gomes, da Ponte Metálica, do Banco Popular, do Mercado Municipal, da Caixa d'Água, da rede de esgoto urbana e pela instalação do primeiro Grupo Escolar na cidade, no prédio Dr. Flamínio Lessa. O século XX é recebido com o esgotamento das terras e o declínio da produção de café. Para encarar a queda abrem-se novos focos econômicos: agropecuária extensiva, industrialização e a volta ao comércio. Há o acolhimento para o ensino com a instalação da Escola de Especialistas de Aeronáutica, do campus da UNESP com a Faculdade de Engenharia, da Faculdade de Tecnologia de São Paulo (FATEC) e do SENAC. O turismo também é ferramenta para o desenvolvimento, com o aumento da devoção a Frei Galvão, a visitação à Gruta de Nossa Senhora de Lourdes e peregrinação às igrejas e mosteiros locais. Atrelado a isso, há também o turismo rural e do meio ambiente, suficientemente enriquecido com a beleza das matas e das áreas rurais, adornados pela Serra do Mar e da Mantiqueira. E dentro do perímetro urbano, ainda há a presença das casas coloniais com sua beleza arquitetônica do século passado. Feriados municipais
EconomiaGuaratinguetá já foi considerada a "Atenas do Vale do Paraíba", pioneira na Industrialização, hoje Guaratinguetá mantêm sua grande importância econômica. Considerada a terceira cidade mais importante do Vale do Paraíba (desconsiderando Jacareí), Guaratinguetá abastece o comércio de sua microregião administrativa e de todo fundo do vale. O Setor de serviços também cresce na cidade, e pela qualidade dos serviços de saúde, educação, entre outros, Guaratinguetá é procurada por moradores de cidades vizinhas, como Aparecida e Potim. Além do comércio e do setor de serviços, Guaratinguetá conta com um grande número de indústrias, destacando-se a BASF, Leite Paulista, Tekno, Libher, Aeroquip, entre outras. GeografiaGuaratinguetá está assentada sobre terreno arqueano, formado do grande galho da Serra do Mar que parte do espigão principal nas cabeceiras do Paraíba. Para margem do Paraíba o que se estende pela cidade está sobre formação moderna considerada como terciária com uma sobre-capa de quaternário. A cidade cresceu a beira do rio Paraíba do Sul, também se estendeu sobre colinas e morros que recortam a cidade. Sobre o climaGuaratinguetá é considerada a cidade mais quente do Vale do Paraíba, seguida logo atrás pela vizinha Aparecida.
O clima é tropical de altitude com inverno seco (Köppen: Aw), com temperatura média mínima de 19,2° e máxima de 30,5°.
Demografia
População Total: 125.012 (População estimada 2007 em 01.07.2007 - Fonte - IBGE)
Densidade demográfica (hab./km²): 150,20 Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 16,97 Expectativa de vida (anos): 72,34 Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,08 Taxa de Alfabetização: 95,32% Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,818
(Fonte: IPEADATA) Etnias
Fonte: Censo 2000 HidrografiaRio Paraíba do Sul e seus afluentes principais, como os ribeirões de Guaratinguetá, dos Lemes, dos Motas, Gomeral, São Gonçalo, e Pilões, entre outros. É do Ribeirão de Guaratinguetá que sai a água que abastece a cidade. A empresa SAAEG (Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Guaratinguetá), que fornece o abastecimento de água na cidade utiliza a água desse afluente, que segundo estudos é mais limpa que a do Rio Paraíba, tornando a água da cidade de Guaratinguetá a mais limpa do Vale do Paraíba. Divisão Política e AdministrativaA cidade de Guaratinguetá é dividida em cinco regiões, Zona Norte, Zona Leste, Zona Oeste, Zona Sul e Centro. Alguns dividem o Centro da cidade em Centro Histórico e Centro Expandido. As Zonas que mais crescem na cidade são, a Zona Norte (frente Residêncial) e a Zona Sul (frente comercial). Observamos na Zona Oeste da cidade uma tendência a Comercialização, principalmente nos aredores da Avenida João Pessoa. A Zona Leste da cidade abriga os Polos Industrias I, II, III e IV; notamos também a formação de um V Polo Industrial, ainda não reconhecido pela Prefeitura. Entre as Zonas Sul e Leste e as Zonas Norte e Leste, existe o intitulado "Cinturão de Pobreza"; essa região é considerada a mais pobre da cidade e sofre de falta de rede de esgoto e água encanada. Na região Central da cidade os setores de comércio e serviço predominam. TransporteGuaratinguetá está a margem da Rodovia Presidente Dutra e tem dentro do território da cidade a linha Férrea Central Do Brasil. Disponibiliza grande rede viária, com largas avenidas e grande número de vias públicas asfaltadas. Está sendo construido na cidade um Anel-Viário. Caso seja construdio o Trêm-Bala, que ligará a cidade de São Paulo ao Rio de Janeiro, este passará pela cidade que já foi totalmente recapiada para sua passagem. Frota de VeículosA frota total de veículos de Guaratinguetá em 2006 era de 33.491. Para 2008 a previsão é de que haja por volta de 58.000 veículos em circulação no Município.
RodoviasNo acesso rodoviário destaca-se a Rodovia Presidente Dutra, agora administrada por um grupo de empresas privadas (Nova Dutra) que vem realizando uma série de investimentos, melhorando sensivelmente as condições de segurança desta Rodovia, a mais movimentada do Brasil. Frei Galvão: está estatua está presente em uma das entradadas da cidade, perto da Rodovia Dutra. A rodovia estadual SP-171 é pavimentada e liga Guaratinguetá à Estância Climática de Cunha (SP) e à divisa com o estado do Rio de Janeiro, podendo-se prosseguir viagem em estrada de terra até Parati, Monumento Histórico Nacional. A estrada SP-62 faz a ligação entre Guaratinguetá e Lorena (SP) e com o acesso ao Sul do estado de Minas Gerais através da BR-459, passando por Itajubá (MG), Pouso Alegre (MG) até Poços de Caldas (MG). Na tentativa de desafogar o trânsito na Av. João Pessoa (Zona Oeste)e o trafego na Avenida J.K.(Zona Sul), está sendo criado na cidade o Anel Viário Mário Covas, que deverá unir as duas avenidas e desafogar o trânsito intenso de carros na ponto Dona Rosinha Matheus. A previsão do término das obras do Anel Viário se estende até julho de 2008. FerroviasEm tempos mais antigos a ferrovia servia para transporte de passageiros, hoje serve as industrias como rota de saída de produtos. A Ferrovia recorta a cidade nas áreas residênciais, industriais e comerciais. AeroportoO Aeroporto Edu Chaves ou AeroClube de Guaratinguetá comporta vôos leves e médios, além de helicópteros de porte médio. Está localizado na Zona Oeste da cidade. Transporte em MassaAs empresas de ônibus Pássaro Marrom, São José e Oceano, junto com a prefeitura municipal, formaram a TUG (Transporte Urbano de Guaratinguetá), que presta o serviço de ônibus no perímetro urbano de Guaratinguetá. Atualmente a frota foi toda trocada, e já estão sendo instalados os bilhetes eletrônicos. A Prefeitura espera que até o fim de 2008 toda frota urbana já disponibilize esse recurso. ReligiãoA população é predominantemente Católica, mas se diversificando aos poucos. Guaratinguetá, é considerada uma "Cidade Abençoada" por muitos, pois em seus teritórrios, foi acha a imagem de Nossa Senhora Aparecida (dando depois origem ao município de Aparecida); e depois nasceu Frei Galvão, hoje primeiro santo brasileiro. A antiga Matriz de Santo Antônio, atual Catedral de Santo Antônio, já é datada de antes da elevação de Guaratinguetá à cidade. A Casa onde nasceu Frei Galvão é hoje um Museu dedicado a ele, bem como a Igreja de Frei Galvão na Zona Norte da cidade. Com ótimos hóteis, e uma enorme variedade de pontos turísticos, Guaratinguetá, Aparecida e outras cidades do Vale, estão planejando um Pacote Turístico na tentativa de melhorar o fluxo do turísmo na Região. Guaratinguetá possui inúmeras Igrejas, um Seminário, além de diversas Igrejas e Templos de outras Religiões. Igreja CatólicaA maior religião da população de Guaratinguetá. A cidade possui inúmeras Igrejas Católicas. Guaratinguetá pertence a Arquidiocese de Aparecida. Festas Tradicionais da CidadeSão inúmeras, as festividades em Guaratinguetá, destacando-se as festas religiosas. Tais como:
E podemos destacar também as festas Juninas que sempre estiveram presentes nos bairros da cidade, reunindo as pessoas para dançar quadrilha e tomar quentão. Cultura e ArteGuaratinguetá é a cidade mais antiga do Vale do Paraíba, e é repleta de ditos populares, causos, crenças, ou seja, é repleta de cultura. Terra do violinista Dilermando Reis, e abrigando grandes nomes da música, tais como: Benedito Cipóli e Bonfíglio de Oliveira. Sede de Antigos Cinemas e Teatros, era considerada a Capital Cultural do Vale do Paraíba; a "Atenas do Vale do Paraíba", como era chamada no passado. MúsicaFoi talvez a maior grandeza de Guaratinguetá no seu luminoso passado. Tivemos gênios e aspirantes notáveis, entre alguns dos Grandes temos: Aleixo Mafra: Maestro, compositor e regente. José Mafra: filho de Aleixo, o maior requinta do Brasil, segundo muitos, e o maior tenor. A sua fama projetou-se por todo o Estado. Quando morreu, várias bandas musicais de fora acompanharam o seu corpo. Foi o mais numeroso acompanhamento daquele tempo. José Catarina Gonçalves: A mais bela dignidade da divina arte, Compositor fecundo e vigoroso tenor.Não regia sem estar rigorosamente trajado. Passava pelas ruas de casaca alinhada, chaminé brilhante na cabeça e batuta de prata à mão. Antônio Eulálio dos Santos (Tonico Eulálio): Requinta notável, considerado palheta de ouro. Benedito Cipolli: O rival de Patapio Silva. Compositor maravilhoso e prodigioso detentor das sete claves. Bonfiglio de Oliveira: Pistonista <<virtuose>>, contra baixista e compositor. Projetou o nome de sua terra no Velho Mundo (Europa). Clarimundo Cuba de Campos: Clarineta, tenor e regente. Benedito Carlos Oliveira: Contra-baixo admirável. José Bernardino Gonçalves: O <<virtuose>> do flautim, o único que afinava o flautim em mibemol com a requinta, naquela época. Alfredo Teixeira de Castro: O Pistão divinal do solo e regente completo. Firmino França: Compositor, tenor e regente. Maestro Ferreira Pena: Compositor de lindas peças. Gisèle Galhardo: Pianista. Nascida em Guaratinguetá, ganhou espaço na arte francesa e aproximou os músicos brasileiros da música francesa. PinturaGrandes artistas, cada um na sua especialidade, dignificaram bem Guaratinguetá. Conquanto tivessem de borrar paredes para a necessária subsistência, tiravam algumas horas para as suas concepções de estudo. Assim é que destacamos: Virgilino Gomes: Aquele que notabilizou-se num belíssimo quadro "Coração de Jesus", tamanho natural. Vendeu-o por bagatelas, depois de muitos anos. Marcelo Gomes: Filho de Virgilino. Cenógrafo impetuoso de perspectivas notáveis, enriqueceu o proscénio do nosso antigo Teatro com traineis lindos como a sala do Vaticano na peça: "A Ceia dos Cardeais", ricos jardins e maravilhosas florestas. Decorador das preferências de Monsenhor Felipo. Caiu certa vez do antigo forro da Catedral (antiga Matriz) e não se machucou. Manoel Beldroega: Paisagista e exímio em calungas de traços surpreendentes. José da Graça Teixeira (Jacques): Admirável em pinturas de "Natureza Morta", com prêmios em vários certames. Ernesto Quissak: Paisagista, imaginoso nas concepções próprias e observador dos mínimos detalhes da anatomia na pintura de retratos. Foi professor em vários educandários. Guaratinguetá muito deve ao abnegado Prof. Quissak. Deixou muitos quadros premiados. João Dorat: Apurado em pinturas acadêmicas, paisagista estudioso, também foi professor em vários educandários, Faleceu quando era diretor da antiga Escola Normal de Cruzeiro. [editar] PoesiaNa poesia, a nossa terra brilhou com José Nogueira, poeta fecundo, imaginoso, dando-nos aquele primoroso livro de versos "Penumbras". Benedito Diógenes da Costa (Domingos Camará), o sonetista maravilhoso. Nero de Almeida Sena, sonetista perfeito e o mago das redondilhas premiadas. Luiz Freire, o poetas dos vilancetes e dos graciosos triolés. Candido Dinamarco, sonetista inspirado. E tantos outros que com seus estilos, inebriaram a alma guaratinguetaense. O CarnavalBanda Mole O bloco da Banda Mole, fundado em 1975, desfila com suas marchinhas irreverentes e é soberano no sábado de Carnaval. Concentra-se a partir das 13h no centro da cidade e inicia seu desfile a partir das 19h, quando o prefeito entrega a chave da cidade ao Rei Momo e sua Corte. Ultimamente tem reunido em torno de 10 mil participantes, em sua grande maioria fantasiados e travestidos (homem de mulher e mulher de homem). Blocos de Embalo São agremiações ligadas a bairros ou a instituições da cidade sem compromisso organizacional e que desfilam sem competição. A característica principal é o uso de uma camiseta padrão que, a cada ano, é ligada a um tema e se utilizam de músicas inéditas para seus desfiles, sejam marchinhas ou sambas. Com 500 componentes, em média, esses blocos têm em comum a distribuição gratuita de bebidas para seus integrantes durante o desfile. Escolas de Samba do 2º Grupo do Carnaval (LESAG) A Liga das Escolas de Samba do 2º Grupo de Guaratinguetá (lesag) representa as seis escolas do 2º grupo (GRCES) Verde Rosa, Pires Barbosa, Princesa do Vale, Climério Galvão, Unidos do Parque e Unidos do São Dimas. A Liga tem como objetivo principal promover eventos carnavalescos que representem a cultura e o folclore de nossa cidade. Cada bloco desfile com cerca de 300 componentes, divididos em diversas alas, com enredos inéditos a cada ano. Escolas de Samba do 1º Grupo do Carnaval (OESG)
As escolas de samba do 1º Grupo, em Guaratinguetá, são seis, cada uma com cerca de 800 componentes. Apresentam seus enredos inéditos, com carnavalescos, cantores, mestres-salas e porta-bandeiras e até mesmo alas que desfilam nos carnavais de Grupo Especial de São Paulo e Rio de Janeiro. O luxo, a criatividade, e os compromissos com a harmonia e evolução garantem espetáculos grandiosos a cada ano. A agremiação mais antiga, que surgiu como bloco, é a Escola de Samba Bonecos Cobiçados. No entanto, a mais antiga como escola de samba é a Embaixada do Morro. Nesse processo de desenvolvimento do carnaval, a Prefeitura de Guaratinguetá mantém parceria com a Organização das Escolas de Samba de Guaratinguetá (OESG), fundada em 2002. Saúde e EducaçãoPortadora do segundo melhor IDH do Vale, Guaratinguetá conta com uma ampla rede de saúde e educação que atende além da população municipal, a população das cidades vizinhas.
Guaratinguetá possui dois hospitais de porte médio-grande, diversos postos e clínicas de saúde. No centro expandido da cidade temos A Santa Casa de Misericórdia de Guaratinguetá e o Hospital e Maternidade Frei Galvão. Existe também, na Zona Oeste, dentro da EEAR o Hospital da Aeronáutica de Guaratinguetá. Nos bairros o atendimento é feito nos Postos e Clínicas de Saúde da cidade. Na Zona Sul existe o CEPOG (Centro Pediátrico e Ortopédico de Guaratinguetá - que atende pela UNIMED), na Zona Oeste existe também o AME (Atendimento Médico Especializado), que atende a população da região. Ao todo, Guaratinguetá possui mais de 40 estabelecimentos de saúde (privado e não-privados).
Guaratinguetá conta com mais de 67 escolas públicas e particulares. As escolas de Guaratinguetá são responsáveis por absorver não só os alunos do município, mas os alunos das cidades vizinhas também. Em Guaratinguetá existe o COTEC (Colégio Técnico, pertencente a FEG: Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá), que conseguiu a melhor nota no ENEM de 2007 (escola pública). O COTEC é uma das mais concorridas escolas de Guaratinguetá. A UNESP tem sede em Guaratinguetá, e por causa da grande e crescente procura, está aumentando seu espaço físico para poder absorver mais alunos. TurismoO Turismo na cidade de Guaratinguetá se desenvolveu com o passar dos anos, e é hoje, um dos principais meios lucrativos do município. O Turismo Religioso é talvez o principal e o que mais atrai visitantes para a cidade, houve um aumento ainda maior nesse setor após a canonização de Frei Galvão. O Turismo Urbano, Histórico e Ecológico também atraem visitantes e lucro para o município.
A zona urbana se encontra entre ambientes distintos. A serra da Mantiqueira ao Norte do Município com seu relevo fortemente ondulado por suas escarpas abruptas e mata densa nas áreas mais altas, contrastando com a vegetação da parte mais baixa repleta de plantas miúdas e retorcidas, típicas de áreas frias, e a Serra Quebra-Cangalha apresentando um relevo ondulado e entrecortado de escarpas da Serra do Mar, sua vegetação, embora menos densa que da Serra da Mantiqueira também se caracteriza por climas frios tendo a presença de araucárias já nos limites da cidade de Cunha. Vista panorâmica do Bairro do Gomeral. A Zona Rural de Guaratinguetá apresenta um clima típico de região serrana, com morros e colinas entrecortados de cachoeiras que formam rios e riachos de águas transparentes na sua encosta. Detêm cerca de 90% do município, possuindo uma rica paisagem emoldurada pela Serra da Mantiqueira e Serra Quebra-Cangalha. Na região da Serra da Mantiqueira localiza-se o bairro das Pedrinhas, Taquaral, Gomeral e Pilões, já na região de domínio da Serra Quebra-Cangalha localiza-se o bairro da Rocinha. Uma região rica em recursos naturais como rios, cachoeiras, florestas de altitude e remanescentes da Mata Atlântica, propiciando a existência de diversas trilhas e observação de flora e fauna. Com a presença de dois ambientes e paisagens distintas, identificou-se de grande potencial turístico a estrada de acesso até Cunha-Parati: Rodovia Paulo Virginio e a estrada Vicinal de acesso até Campos do Jordão: Estrada Vicinal Tancredo Neves / Estrada parque José Jorge Boueri.
O Turismo Urbano envolve os principais pontos turiscos e histórico dentro da área urbana de Guaratinguetá. Por exemplo: Escola Estadual Dr. Flamínio Lessa A escola foi construída entre 1914 e 1915 para ser um quartel. Passou a abrigar o Grupo Escolar Dr. Flamínio Lessa em 1920, hoje Escola Estadual Dr. Flamínio Lessa. Tombado pelo Condephat, é considerado monumento histórico municipal pelo seu grande valor arquitetônico, que mostra a imponência do poder na época de sua construção. O Colégio está localizado a 1,5km da Rodovia Presidente Dutra e tem como vizinhos ilustres o prédio da Prefeitura Municipal de Guaratinguetá e a Escola Estadual Conselheiro Rodrigues Alves. Endereço: R. Visconde de Guaratinguetá, 224 Escola Estadual Conselheiro Rodrigues Alves A Escola Estadual Conselheiro Rodrigues Alves é a atual denominação da antiga Escola Complementar instalada em 1902. A atual construção data de 1919, tendo substituído o antigo sobrado do Visconde de Guaratinguetá que era a sede da fazenda da família. Também é considerado Monumento Histórico municipal e estadual devido ao seu estilo arquitetônico. Está localizada próximo à Rod. Presidente Dutra, e tem como vizinhos a Casa de Frei Galvão e o Solar Rangel de Camargo. A oferta complementar é vem variada, contando com opções de comércio e alimentação e também com opções de hospedagem. Estação da Estrada de Ferro Construída no ano de 1914 em estilo inglês do século dezenove pelo Engenheiro Paulo de Frontim, foi usada até a década de 50 como linha ferroviária. Na época, era o ponto de encontro da alta sociedade da cidade. O prédio é considerado monumento estadual pelo seu valor arquitetônico e histórico.
Guaratinguetá é o local de nascimento de frei Antônio de SantAna Galvão, o primeiro brasileiro beatificado pelo papa, no dia 25, Guaratinguetá é uma das mais belas cidades do Vale do Paraíba histórico. Rica em monumentos do período colônial, construídos no ápice do ciclo cafeeiro, oferece ao turista passeios que misturam religião e cultura. A infra-estrutura de atendimento é boa, melhor mesmo que a da maioria dos centros religiosos do País. Entre o Roteiro Religioso destacam-se as Igrejas, os Seminários, a Casa de Frei Galvão, o Mosteiro e outros. Guaratinguetá e ao lado de Aparecida e os visitantes ainda podem conhecer a Capital Mariana do Brasil. Rede HoteleiraCom mais de 70 hotéis e mais de 2.500 leitos Guaratinguetá é uma das cidades com maior variedade de tipos de hotéis: desde pousadas, campings, hotéis fazenda, flats, motéis. Filhos ilustres
Fonte: Wickipédia.
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